Trata-se de uma boa ideia/sugestão que, pelo menos em parte, já se usa no dia a a dia, mas que pode ser desenvolvida e consolidada.
Seria interessante saber se é possível usar esta metodologia, com os mesmos resultados, nos vários escalões etários, dado que parece assentar numa determinada autonomia dos alunos, que nem sempre existe, o que associado à tendência de aumentar o números de alunos por turma, pode tornar a situação de aula "dramática".
Não sendo certo que resolva ou atenue alguns dos problemas com que os professores se debatem em sala de aula, como sejam o desinteresse crónico de alguns alunos, que "não fazem nem deixam fazer", também não parece agravar esses aspectos, pelo que é de considerar a sua aplicação e aguardar que corresponda às expectativas.